No dia 31 de julho, Beyoncé lançou o tão falado Black is King, albúm visual do projeto The Lion King: The Gift, pelo serviço de streaming da Disney, o Disney Plus.

Não é novidade que a diva, cada vez mais, se utiliza de seus projetos para dar voz ao ativismo crescente em sua carreira, de pouco mais de vinte anos.

Black is King é uma verdadeira carta de amor à diáspora africana. Nas palavras da própria artista, o projeto tem o ojetivo de celebrar a beleza da ancestralidade negra. Bey defende que quando negros contam as próprias histórias, é possível mudar o eixo do mundo, e contar a história REAL, de riqueza cultural, espiritural e de resiliência.

Sobre o projeto, Beyoncé diz ainda que, são apresentados elementos da história negra e da tradição africana, com um toque moderno e uma mensagem universal. A ideia é ressignificar o que é encontrar sua auto-identidade como negro.

Por muito tempo, a negritude foi considerada, por aqueles que não fazem parte dela, como feia, indesejável e indigna. Black Is King é, justamente, um lembrete de que esse tipo de pensamento é errôneo.

Nós éramos a beleza antes que eles soubessem o que era a beleza.

Bey, The Queen

Sendo assim… Vai ter África de alta-costura em Black is King, sim! Tem luxo e brilho, sim! Muitas cores, tules e estampas, principalmente, a de oncinha. Tudo o que for necessário para tentar dimensionar a riqueza e a beleza da negritude.

E é nesse quesito estético que vamos focar nesse post. Porque cada música é um show de beleza.

Bigger

Aqui, Beyoncé personifica Iemanjá. Para esta cena, usou um vestido personalizado de Wendy Nichol. O cabelo e a maquiagem são simples e neutros.

Seguindo a linha de looks com grandes grifes, nesse frame, Bey usa Burberry. O look é visto várias vezes em todo o Black Is King . Mas é o penteado trançado com miçangas e chifres que chama a atenção. A franja é adornada com miçangas douradas, enquanto tranças emolduram os dois lados do rosto. Os chifres são enfeitados até a metade com tranças, ancorados por um disco trançado. Só queria saber como isso foi feito… Imagina o trabalho…. Mas valeu a pena.

Already

Tranças Fulani com nós Bantu e, conjunto personalizado Loza Maléombho.

Conjunto de rendas e seda nigeriano, com contas à mão Jerome Lamaar, combinado com brincos Live to Express Pearlii.

Water

Nesse clipe, a diva posa em um vestido de babados da Mary Katrantzou, do outono de 2019. E esses cachos? Quero! No entanto, o que mais amei sobre o look foi esse glow rosé gold, tanto no fundo quanto na make e na pele.

Brown Skin Girl

Essa música é muito amor. Uma verdadeira injeção de autoestima. E visualmente, ela é deslumbrante, assim como todas nós, meninas pretas. O penteado é uma homenagem aos estilos tradicionais usados ​​pelo povo Mangbetu do Congo.

Provavelmente, é um dos looks mais icônicos do álbum-visual.

Power

Já no final de Black is King, a musa usa Mugler, primavera de 2020, tranças e muito poder.

Para o projeto, Beyoncé contou com sua estilista de confiança, Zerina Akers, para traduzir sua visão estética para a obra. O cabeleireiro principal Neal Farinah, juntamente com uma equipe que incluiu Nakia Rachon Collins, foram responsáveis por criar estilos trançados que faziam referência à tradição africana. 

Rokael Lizama e Sir John , completam o time compondo maquiagens impressionantes, que estão inundando os feeds do Instagram.


            

Ontem foi aniversário de uma das minhas leoninas preferidas, que eu nem sabia que era leonina. Meghan Markle, a Duquesa de Sussex, completou 39 aninhos e continua linda e estilosa. Então, em comemoração, resolvi fazer esse post para apreciarmos o estilo da Duquesa mais querida.

Eu confesso que sou admiradora da Meghan e de seu estilo desde os primórdios de Suits e de seu saudoso blog, o The Tig. Com o passar dos anos e a adaptação ao estilo da realeza, os looks de Meghan mudaram um pouco, mas acho que mantêm a sua essência.

Markle sempre se mostrou uma fashionista gente como a gente. Nos tempos pré – Príncipe Harry, a musa desfilava looks básicos, sóbreos e elegantes. Porém, ousava mais nos decotes, fendas e tops cropped.

Looks de red carpets e eventos.
Look de Meghan para promover Suits.

Algo que acho bem bacana do estilo pré-realeza da Meghan é que ela conseguia montar uns looks HiLow, combinando até boné com outros acessórios mais fashionistas.

Aquele jeans destroyed de cada dia, companheiro de quase todos os looks.
Cores neutras. Bem blogueirinha.
Look básico arrumadinho para passear com o Bogart.

Quando o namoro com o príncipe Harry foi divulgado e sua imagem já estava automaticamente ligada a dele, o estilo teve uma leve adaptação. O vestuário de Meghan ficou menos fashionista e mais clássico. E seguiu assim até o casamento.

Muitas dessas combinações são dignas de figurino de Rachel Zane. Porém, para falar do estilo dessa personagem querida, eu precisaria de outro post…

Mas… Ainda rolava uma licença poética para um destroyed jeans de vez enquando, enquanto o noivado ainda não tinha sido anunciado.

Depois, já duquesa, Meghan segue a linha mais formal, dando preferência para looks monocromáticos.

Midi é o novo sexy sem ser vulgar

Como não amar esse momento princesa da Disney?

Meghan em eventos da realeza.

Na fase gravidinha, a duquesa explorou cores mais vivas…

Mas não deixou os tons neutros clássicos de lado.

Após o nascimento do bebê Archie, Meghan adaptou o guarda-roupa enquanto retornava ao shape, sem perder o estilo.

No quesito acessórios/ joias e maquiagem, não tivemos grandes mudanças. Meghan sempre foi adepta ao aos skinny rings e brincos pequenos, mais delicados. Já a maquiagem, permanece leve e feminina.

Eu sou suspeita, adoro todas as fases e looks. E permaneço na torcida pelo retorno do The Tig.

E vocês, também curtem o estilo da Meghan?

O post de hoje é rápido e é para quem ainda não conferiu o último vídeo do canal!

Em homenagem à dupla pop mais amada do Brasil, resolvemos fazer um vídeo interinho dedicado a eles: Sandy e Junior! Se você acompanha o blog há algum tempo, já deve saber que eles fazem parte do nosso hall de Divas & Divos. Na época da turnê ” Nossa História”, rolaram algumas fotos dos shows lá no nosso Instagram. Quem lembra?

Lá no YouTube, nós contamos sobre como os irmãos surgiram em nossas vidas, como foi crescer fã de Sandy e Junior e falamos sobre a nossa experiência com a turnê comemorativa dos trinta anos de carreira da dupla.

Além disso, lá no vídeo você ainda confere o que achamos da série-documentário da dupla lançada pelo Globoplay e nossa expectativa para o DVD da turnê, que já está disponível na mesma plataforma de streaming.

Para quem preferir, o áudio também está disponível no nosso podcast.

E você, também é fã de Sandy e Junior? Já assistiu a série e o DVD? Conta para gente o que achou!

Vem conferir esses também!

Se você não ouviu falar na série Dark, provavelmente deve ser de outro mundo ou de uma realidade sobreposta. Dark é aquela série que no começo você acha confuso e quando chega no final, parece que está no começo.

A minha experiência com Dark pode ter sido parecida com a de muitos. Quando a primeira temporada foi lançada, eu até tentei assistir, mas desisti no quarto episódio, porque nada fazia sentido. Foi só quando anunciaram o final e os memes começaram a surgir, que a minha curiosidade aumentou e a vontade de entender os memes também.

A partir disso, eu fiz um cursinho preparatório de Dark. Assisti várias resenhas de YouTubers, sem me preocupar com spoilers, porque no caso de Dark o conceito de spoiler não se aplica. Mesmo quando você tem uma informação sobre a série, não há o que fazer com ela ou como encaixá-la em uma ordem cronológica da história, a princípio.

Na semana do lançamento da terceira temporada, eu maratonei as duas primeiras. A produção alemã da Netflix lançou sua terceira e última temporada no dia 27 de junho de 2020, o fatídico dia do apocalipse, e desde então rendeu muitos memes e vídeos na rede. Para completar todo esse alvoroço, já é considerada a melhor série já lançada pela plataforma de streaming.

Primeiramente, gostaria de esclarecer que o objetivo desse post não é determinar verdades absolutas sobre a série, mas sim, contar um pouco sobre a minha experiência com essa história e porque ela foi tão envolvente para mim. Já adianto aqui algumas razões: referências de Matrix, filosofia, religião e ciência. Não entendeu nada? Continua aqui no post!

*Cuidado! Spoilers!*

Uma breve introdução

Afinal, do que se trata essa bendita série? A história, que se passa na cidade alemã de Winden, já começa com o suicídio do pai do jovem Jonas (Louis Hofmann), protagonista dessa bagunça toda. Mas, a jornada de Jonas só começa mesmo dois meses depois dessa fatalidade, quando Mikkel, irmão mais novo do amigo de Jonas, desaparece na caverna de Winden.

 Ao tentar entender o motivo do suicídio de seu pai e como isso pode estar ligado com o sumiço de Mikkel, que não foi a primeira criança a desaparecer na cidade, nosso amigo Jonas descobre que seu pai viajou no tempo quando era mais novo. A partir daí é só mistério, confusão e desespero para tentar entender o que está acontecendo e a razão por trás disso tudo. E o desespero é geral, tanto do Jonas quanto nosso.

Muito mais que ficção científica

Baran bo Odar, criador da série Dark, mergulha em referências do gênero, como Matrix e De volta para o futuro, de forma honrosa. Em vários momentos, a produção vai além da hype de viagem no tempo e cria um universo “Dark” coeso, com pouquíssimas pontas soltas.

 O resultado disso é uma obra bem amarrada, estruturada, um roteiro fechado e personagens ricos. Podemos dizer que para criar todo esse universo, Baran bo Odar encontrou a combinação perfeita entre ciência, filosofia e religião. O objetivo disso tudo é induzir o espectador a se questionar sobre a vida humana e as razões de sua existência. Profundo, não é mesmo?!

Surtando com os paradoxos

Não vou me aprofundar muito nas questões científicas por motivos de “sou de humanas”, mas esse é o artifício usado para instigar o público. A medida que os paradoxos temporais nos são apresentados, quebramos a cabeça para tentar achar uma lógica para solucionar cada mistério e como tudo está conectado. É nesse momento que começamos a criar diversas teorias e árvores genealógicas. Quando você vê, é tarde demais, já está caverna de Winden a dentro. Você faz parte de Dark e Dark faz parte você. Tudo está conectado.

Quando menos esperar, você estará um dia tomando seu café calmamente e se perguntando: “Será que eu já fui a minha avó? Seria possível eu dar a luz a minha bisavó? Seria eu a Charlotte? “.

Filosofando com Dark

Um dos principais aspectos que torna Dark muito interessante são as questões filosóficas da trama. Desde o início, é possível perceber como a questão do dualismo, livre-arbítrio e do determinismo são protagonistas. 

A impressão que temos é que os personagens precisam escolher lados (Adam ou Eva). Pouquíssimos parecem ter opção de escolha, mesmo quando pensam que estão agindo por vontade própria. Todos precisam cumprir um papel, preencher uma lacuna na história pré-estabelecida. Ainda na primeira temporada, acreditamos que apenas três personagens estão no comando de suas próprias ações. Depois descobrimos que não é bem assim… Pobre Noah…

O fio de Ariadne

Desde o início a série faz referência muito clara ao mito de Ariadne, quando a própria Martha (Lisa Vicari), interesse amoroso de Jonas, atua em uma peça de teatro da escola sobre o tema. Nesse momento, fica claro que Martha é nossa Ariadne e Jonas, o nosso Teseu.

Na mitologia, quando Teseu decide adentrar o labirinto para derrotar o Minotauro de Creta, só o consegue com a ajuda de sua amada. Pois o desafio aqui é divido em duas partes, a primeira é derrotar a criatura, a segunda é sair do labirinto. Teseu só é bem sucedido na segunda etapa graças a ajuda de Ariadne com seu novelo de fio de ouro, que o guerreiro desenrola pelo caminho e depois o utiliza como guia para encontrar a saída.

Em sua peça de teatro, Martha diz que o fio é vermelho como  sangue, e que por ser invisível, essa ligação não poderia ser quebrada. Uma clara referência entre a ligação entre as famílias, ligação dos acontecimentos entre si e própria conexão inexplicável que Jonas e Martha sentiam um pelo outro. Um erro na Matrix, como eles mesmos dizem, um déjà vu.

O paradoxo do navio de Teseu

O “Paradoxo do navio de Teseu” foi proposto pelo filósofo Plutarco e trata-se de um paradoxo de substituição. Levando em consideração que, ao realizar sua viagem de 50 anos, partindo do ponto A ao B, todas as peças velhas do navio são substituídas por novas, até que todas tenham sido trocadas, o navio do ponto A é o mesmo do ponto B? Esse questionamento também pode ser aplicado a nós? E se o que mudar for nossa personalidade? Ainda seremos os mesmos?

Essa é uma das grandes questões na jornada de Jonas e de Martha do mundo B também, quando conhecemos suas versões do futuro. Jonas e Adam são a mesma pessoa? Martha é Eva? Jonas sempre foi Adam e Martha B sempre foi Eva? Quando acontece essa transformação? Mas as perguntas que mais causam dúvida são: Eva ainda é Martha? Adam ainda é Jonas?

Chuva de referências bíblicas e outros simbolismos

Essa é minha parte preferida, ficar coletando essas referências e interpretá-las para tentar encaixar no contexto da história. Dark está cheia delas. 

A começar pelos nomes de Jonas e Martha. Nesse caso, acho que a referência não é direta aos personagens bíblicos de mesmo nome. Aqui vou mais além… Da mesma forma que os nomes Jonathan e Martha são utilizados em uma certa história da DC, como pais de um certo super herói, fazendo alusão às iniciais J e M de José e Maria, pais de Jesus. Jonas e Martha formam a família original, aquela que dá início a tudo. Tanto que, suas versões do futuro se auto intitulam de Adam e Eva.

Além disso temos Noah (Noé), Mikkel/ Michael (São Miguel Arcanjo), e no caso da Claudia, a personagem pode ser vista como a serpente, detentora do conhecimento. Claudia não “tenta” Adam nem Eva, mas, podemos dizer que ela engana os dois por muito tempo, transitando entre o mundo de Adam e de Eva sorrateiramente, como o próprio movimento da serpente.

Temos a presença do símbolo da triquetra, que o Adam interpreta como os três ciclos: passado, presente e futuro. Na verdade, a triquetra é de origem celta, mas também é utilizada em outras religiões e culturas. Na tradição celta, ela representa as três faces da Grande Mãe, criadora do universo: a Virgem, a Mãe e a Anciã.

Porém, o símbolo também pode representar a própria interseção entre os mundos: o original, o mundo do Adam e o mundo da Eva. Entre outras interpretações como: corpo, mente e espírito ou vida, morte e ressurreição. Ou seja, a triquetra, de forma geral, representa a trindade, presente em muitas religiões. No cristianismo temos a Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Na cultura hindu: Brahma, Vishnu e Shiva. E no Egito antigo, Osíris, Ísis e Hórus.

Por falar em trindade, há um personagem que representa isso muito bem, o Trio Infinito, que a Netflix só nomeou como o Desconhecido. Ele é a origem e o fim de Jonas e Martha. “O começo é o fim e o fim é o começo”. E assim como a trindade e o número três estão ligados ao divino e à divindade, podemos relacionar o número quatro ao terreno, ao humano, à materialização do divino através dos quatro elementos (fogo, terra, água e ar) e das quatro estações. Coincidência ou não, na história de Dark, temos quatro famílias que são o centro de toda essa trama: os Kahnwald, os Doppler, os Tiedemann e os Nielsen.

Lepinho

Como sabemos, o Trio é a origem dos Nielsen. Esse nome “Nielsen” é de origem escandinava e é mais encontrado no norte da Alemanha. Pode significar “filho de Niels”, sendo Niels uma forma dinamarquesa de Nicholas. Nicholas, por sua vez, é um nome de origem grega que significa “vitória do povo”.  Aqui, podemos interpretar como a vitória do “povo” da Martha e do Jonas, a vitória da infinita continuação da linhagem.

Ainda sobre a triquetra, na série, ela também é o símbolo da Sic Mundus, sociedade secreta dos viajantes do tempo liderada pelo Adam. A Sic Mundus se baseia na Tábua de Esmeralda, que é um conjunto de escritos em latim creditado a Hermes Trismegisto, filósofo egípcio que originou o hermetismo. Nessa Tábua, muito presente na série, há a frase “Sic Mundus Creatus Est”, que significa “Assim o Mundo foi criado”.

Na famosa foto dos integrantes da Sic Mundus, embora nem todos os nomes dos integrantes tenham sidos confirmados, podemos observar treze pessoas, Adam mais outros doze “seguidores”. Neste caso, podemos relacionar a foto a uma pintura muito conhecida de Leonardo Da Vinci. Em “A Última Ceia”, Da Vinci refere-se à última ceia  de Jesus com seus doze apóstolos. Coincidência? Acho que não…

Por fim, no mundo B, Eva lidera a “Que Haja Luz”. O símbolo dessa sociedade secreta é o caduceu, que pode representar o movimento cósmico, equilíbrio de forças antagônicas e a verticalização do infinito. 

Diferentemente da Sic Mundus, que busca o fim, a destruição e a escuridão total, a Que Haja Luz defende, como o próprio nome diz a luz, a vida, a vida do Trio. Para isso, a sociedade liderada por Eva conta com um total de sete integrantes. O número sete pode ser considerado um representativo do equilíbrio e da harmonia. Sendo 3 (trindade) + 4 (quatro elementos/ quatro famílias?) = 7.

Eu poderia citar muitos outros motivos para assistir Dark, mas estes foram os que mais me impressionaram e mais me prenderam à série. É realmente satisfatório perceber todo o trabalho de pesquisa e produção de um projeto bem sucedido. É notório que nada está em Dark por acaso. Para o telespectador amante de obras desse gênero, é uma verdadeira maravilha. 

Para completar, não deixem de conferir a playlist da trilha sonora dessa última temporada! Eu estou viciada em “The Labyrinth Song” (Asaf Avidan), In the Woods Somewhere (Hozier) e Inside (Chris Avantgarde feat. Red Rosamond).

Apesar de toda a confusão com as viagens no tempo, Dark é uma série intrigante e envolvente de se assistir. Se você ainda não assistiu e está perdido, ou já assistiu e continua confuso, não desanime e lembre-se: “O que sabemos é uma gota. O que ignoramos é um oceano”.